Em 2008, o mundo foi atingido por uma das maiores crises financeiras da história. A crise teve origem no mercado imobiliário dos Estados Unidos, onde bancos e instituições financeiras concediam empréstimos hipotecários a pessoas que não tinham condições de pagar as prestações. Com o tempo, esses empréstimos se tornaram títulos financeiros complexos, que eram vendidos a investidores ao redor do mundo.

Quando as pessoas começaram a deixar de pagar as prestações de seus empréstimos, esses títulos financeiros se tornaram inúteis e as instituições financeiras que os possuíam sofreram grandes perdas. A crise se espalhou rapidamente pelo sistema financeiro global, causando o colapso de grandes instituições financeiras como o Lehman Brothers e o Bear Stearns.

O impacto da crise financeira de 2008 foi sentido em todo o mundo. Milhões de pessoas perderam seus empregos, especialmente nos Estados Unidos e na Europa, onde a indústria bancária teve que cortar empregos para lidar com as perdas financeiras. O mundo experimentou uma recessão global, caracterizada por uma queda significativa na produção de bens e serviços e um aumento na taxa de desemprego.

Os governos de todo o mundo foram forçados a intervir para salvar suas economias. O governo dos Estados Unidos criou o Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (TARP), que injetou bilhões de dólares no sistema financeiro para estabilizá-lo. Na Europa, o Banco Central Europeu e outros bancos centrais trabalharam para estabilizar o sistema bancário.

A crise financeira de 2008 teve um impacto duradouro na economia global. As instituições financeiras se tornaram mais regulamentadas para evitar outra crise como essa. Os bancos também têm sido mais cautelosos em conceder empréstimos, tornando o acesso ao crédito mais difícil para indivíduos e empresas.

Em conclusão, a crise financeira de 2008 teve um grande impacto na economia mundial. Embora tenha sido causada pelo mercado imobiliário dos Estados Unidos, seus efeitos foram sentidos em todo o mundo. As instituições financeiras foram forçadas a reformular suas práticas para evitar outra crise como essa no futuro.